Achei um vídeo no YouTube em que Pedro Malkin senta na frente de uma câmera e, em 4:46, menciona mais de 125 sites que bandas estão usando para promover, comercializar e gerenciar suas músicas:
"Para expor sua música para os fãs, vá a esses sites ....
para distribuir sua música digitalmente, dê uma olhada nestes sites ...
se você for legal e quiser sair por aí distribuindo sua música de graça, vá a esses sites ... "
E a parte mais importante do vídeo, que é uma verdadeira crítica ao novo modelo de negócios que vem causando tanta polêmica no mundo da música (e uma crítica ainda maior aos músicos que esperam sucesso dessa forma), vem nos últimos 20 segundos. Ele diz: "O que pode ser tão eficaz quanto a tudo mencionado neste vídeo?" E responde: "Seria sair de frente do seu computador e realmente interagir com seres humanos, conhecer pessoas, obter reação instantânea ao vivo e, um por um, formar seu público, conquistar novos fãs”.
O fato é que a maioria dos sites que ele mencionou no vídeo não vai mesmo existir daqui a um ano. E não me entendam mal. Há uma série de ferramentas online que considero importantes e úteis para uma banda: ser capaz de se conectar com os fãs através do Facebook ou Twitter, organizar listas de e-mail com recursos como o Mail Chimp, distribuir digitalmente através de um Sonora, iTunes ou outras milhares de plataformas que têm por aí e etc. Mas essas ferramentas funcionam muito melhor depois que você consegue um contato mais íntimo com um fã, não antes.
Ferramentas e plataformas de música online são de auxílio e funcionam de forma complementar. Logo, não jogue toda a responsabilidade do seu sucesso sobre elas.
Suba no palco, faça contatos, fãs e seja feliz!
2 comentários :
Acho foda! :)
Isso ae!
Quero o mundo!!!!
Concordo plenamente!
Pior que isso acontece muito com as bandas pequenas de hoje em dia (e com os escritores também), se perdem nas ferramentas e esquecem do conteúdo. A ferramenta é sempre um meio, não pode ser um fim (senão fica um troço inútil).
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