
Quando a Tátil soltou o vídeo com a defesa da marca das Olimpíadas Rio 2016, rolou um murmurinho negativo vindo de gente chata, mesmo concordando que foi um grande trabalho. Eu achei foda. Agora, eu duvido muito que isso aconteça com a marca dos Jogos Paralímpicos. O resultado ficou simplesmente perfeito. Toda a questão da defesa sensorial, o trabalho em equipe, a reação dos atletas e a simples visão abstrata do coração me fazem querer ser um designer melhor a cada segundo do vídeo. Uma aula que todos deveriam assistir.
Dica da Carol Ruiva que viu no Brainstorm#9.
Nenhum comentário :
Postar um comentário